Em meio a acertar,
posso errar,
como posso parar,
minha voz se estende a todo lugar,
minhas idéias se resumem a pensar,
chorar, falar.
Buscar a saída,
achar a graça da vida,
aprender a amar,
a viver sem reclamar,
ao ponto de acreditar
que o mundo cabe a mim enfrentar.
Que a escuridão se baseia,
na felicidade alheia,
do modo de ver,
de viver,
de envolver sem amadurecer,
não digo que precise crescer,
mas sim vencer,
tudo aquilo que ao teu ver,
não vale mais se render.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
domingo, 13 de março de 2011
Diário de algum outro dia
Chegará o dia em que o resto faltará,
em que o nada sustentará,
em que o tudo acabará.
Chegará o dia em que os textos perderão o efeito,
em que a cultura não terá respeito,
em que a sociedade não terá jeito.
Chegará o dia em que as escolas te ensinarão a ganhar, não a viver
em que a glória não será felicidade, e sim vencer
em que qualquer relação só haverá dinheiro, a sobreviver.
Chegará o dia em que máquinas substituirão filhos,
em que filhos dependerão de máquinas,
em que uma família estará escaça.
Chegará o dia da extinção do amor,
da paixão, ou até da dor,
onde a flor, será feito por computador.
Chegará o dia em que o verde, será de concreto,
que o nosso ar, será comercializado,
que o mar estará encanado.
Chegará o dia em que você vai entender,
o que em uma vida inteira não pode ver,
que o mundo gira pra você.
Não adianta querer girar em torno do que gira.
Não adianta querer domar o indomável.
Não adianta querer controlar, o que controla.
Não adianta querer mudar, o que te muda.
Não adianta querer o amor, sem amar.
Não adianta, esse dia chegará!
em que o nada sustentará,
em que o tudo acabará.
Chegará o dia em que os textos perderão o efeito,
em que a cultura não terá respeito,
em que a sociedade não terá jeito.
Chegará o dia em que as escolas te ensinarão a ganhar, não a viver
em que a glória não será felicidade, e sim vencer
em que qualquer relação só haverá dinheiro, a sobreviver.
Chegará o dia em que máquinas substituirão filhos,
em que filhos dependerão de máquinas,
em que uma família estará escaça.
Chegará o dia da extinção do amor,
da paixão, ou até da dor,
onde a flor, será feito por computador.
Chegará o dia em que o verde, será de concreto,
que o nosso ar, será comercializado,
que o mar estará encanado.
Chegará o dia em que você vai entender,
o que em uma vida inteira não pode ver,
que o mundo gira pra você.
Não adianta querer girar em torno do que gira.
Não adianta querer domar o indomável.
Não adianta querer controlar, o que controla.
Não adianta querer mudar, o que te muda.
Não adianta querer o amor, sem amar.
Não adianta, esse dia chegará!
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Dúvidas e Dádivas
O que esperar de algo como isso?
O que entender pensando nisso?
O que fazer levando em conta o que foi dito?
Como fazer para perder o medo de cair no abismo?
Como fazer que o todo seja contado?
Para que algo inacumulável possa ser
Constado
E por um minuto falado
totalmente concentrado
a apenas uma energia
instável
inadmissível
Incapaz de ser iludido
mas no fim;
Como fazer para não ser visto?
Mas sentido
Do mais puro toque de amor
que contorna minha dor
com teu silencio tolerante
deixando esse instante
um tempo amargante
Onde a eclipse entre nossos olhares
Foi fixada e contemplada
Dês dos nossos destinos, a nossas estradas
Onde acharei minha amada?
Esquecendo do "onde"
do "por que"
Das dúvidas do passado
Vivendo o presente deixado
que por deus foi enviado
e homenageado me dizendo
Que não importa o que tenho,
mas com quem tenho
Que nenhuma flor
supero meu amor!
O que entender pensando nisso?
O que fazer levando em conta o que foi dito?
Como fazer para perder o medo de cair no abismo?
Como fazer que o todo seja contado?
Para que algo inacumulável possa ser
Constado
E por um minuto falado
totalmente concentrado
a apenas uma energia
instável
inadmissível
Incapaz de ser iludido
mas no fim;
Como fazer para não ser visto?
Mas sentido
Do mais puro toque de amor
que contorna minha dor
com teu silencio tolerante
deixando esse instante
um tempo amargante
Onde a eclipse entre nossos olhares
Foi fixada e contemplada
Dês dos nossos destinos, a nossas estradas
Onde acharei minha amada?
Esquecendo do "onde"
do "por que"
Das dúvidas do passado
Vivendo o presente deixado
que por deus foi enviado
e homenageado me dizendo
Que não importa o que tenho,
mas com quem tenho
Que nenhuma flor
supero meu amor!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Viva o agora
Me perguntes que horas têm;
Te direi que é agora
Me perguntes que horas foi;
Te direi que não lembro
Me perguntes que horas serão;
Te direi que não sei
Me perguntes a onde estou;
Te direi aqui
Me perguntes a onde estava;
Te direi não interessa
Me perguntes a onde vou;
Te direi que vou seguir os pássaros
Mas me perguntes então,
Em qual parte da minha vida fui feliz;
Te direi que foi a hora em que deixei de olhar o relógio para olhar o dia;
Que deixei de olhar o calendário, para olhar o meu chão;
Que deixei de levar em conta o passado, para seguir em frente;
Que deixei de ver a onde vou, para ver a onde estou.
Te direi então;
nesse dia eu fui feliz.
Te direi que é agora
Me perguntes que horas foi;
Te direi que não lembro
Me perguntes que horas serão;
Te direi que não sei
Me perguntes a onde estou;
Te direi aqui
Me perguntes a onde estava;
Te direi não interessa
Me perguntes a onde vou;
Te direi que vou seguir os pássaros
Mas me perguntes então,
Em qual parte da minha vida fui feliz;
Te direi que foi a hora em que deixei de olhar o relógio para olhar o dia;
Que deixei de olhar o calendário, para olhar o meu chão;
Que deixei de levar em conta o passado, para seguir em frente;
Que deixei de ver a onde vou, para ver a onde estou.
Te direi então;
nesse dia eu fui feliz.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Preciso
Eu preciso disso
uma forma de me enganar
arredondado o que sinto
de uma forma altamente aparecível
Preciso de alguma forma
construir em baixo desse castelo
um buraco na areia paralelo
com meus sonhos e pensamentos
Me afogar no mar dentro dele
voando sobre mim o que não consigo ver
mas sim,
de alguma forma sentir o que ainda está por vir
Preciso estupidamente fechar meus olhos
ver o que quero
não o que meus sentimentos me obrigam a ver
viver aquilo que não me influencia ao nada
Quem sabe, assim consiga
superar tudo diante a essa inércia
envolvendo toda massa pensante
a uma unica razão constante
Que padece sobre meu espírito
contra-ditando um mito
o tornando irreversível
para que isso seja como aquilo
E não faça nenhum sentido
além do único dito
nesse mesmo instante
que me afogo no imprescindível.
uma forma de me enganar
arredondado o que sinto
de uma forma altamente aparecível
Preciso de alguma forma
construir em baixo desse castelo
um buraco na areia paralelo
com meus sonhos e pensamentos
Me afogar no mar dentro dele
voando sobre mim o que não consigo ver
mas sim,
de alguma forma sentir o que ainda está por vir
Preciso estupidamente fechar meus olhos
ver o que quero
não o que meus sentimentos me obrigam a ver
viver aquilo que não me influencia ao nada
Quem sabe, assim consiga
superar tudo diante a essa inércia
envolvendo toda massa pensante
a uma unica razão constante
Que padece sobre meu espírito
contra-ditando um mito
o tornando irreversível
para que isso seja como aquilo
E não faça nenhum sentido
além do único dito
nesse mesmo instante
que me afogo no imprescindível.
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